Passamos a vida a tentar segurar o mundo.
Responsabilidades. Expectativas. Prazos. Papéis.
Mas quase nunca nos permitimos segurar algo inútil.
Algo simbólico.
Algo que nos lembra que nem tudo precisa de ser funcional.

“Andar na lua” costuma soar a crítica: distraído, desligado, improdutivo.
Mas uma mente que nunca divaga… adoece.
Divagar é espaço.
É integração.
É criatividade a trabalhar nos bastidores. 🧠✨
Nem toda a distração é fuga.
Às vezes é só o cérebro a respirar.
Experimenta.
Larga o mundo por uns minutos.
Flutua. Respira.
Porque ninguém aguenta o peso do mundo todos os dias.
Mas a lua… essa podemos segurar de vez em quando.
Um abraço lunático 😉🌙
Diogo Guerreiro







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