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Arquivo de etiquetas: Reflexões gerais

Boas festas

Desejo a todos um Feliz Natal e uma ótima entrada em 2019. Com paz, serenidade, afetos e partilha.

Até breve e obrigado por estarem aí.

DG 2018

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Publicado por em 21 de Dezembro de 2018 em Natal

 

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Possibilidades…

“É possível mudar?”. Perguntou-me ontem um paciente, “Sim, é, desde que arrisque a mudar”.

 

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A propósito do dia de S. Valentim

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“Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção”
Antoine de Saint-Exupéry

Alguma “ciência sobre o amor” diretamente desde a Austrália: https://blogs.unimelb.edu.au/sciencecommunication/2012/08/24/some-love-science/

 
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Publicado por em 15 de Fevereiro de 2018 em Felicidade, Reflexão geral

 

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Feliz 2018

Seguem os melhores desejos para esta época festiva. Para alguns esta é uma altura de festa e afetos, para outros altura difícil… mas a mudança do ano lembra-nos que tudo é possível, que tudo está nas nossas mãos. Que guardem alguns desejos de ano novo para decidirem preocupar-se convosco e com os que lhes são mais queridos, para apostar em ter uma boa saúde mental e física – ingredientes indispensáveis para a felicidade.

Continuem por aí e eu continuo por aqui.

Uma boa entrada em 2018!

 
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Publicado por em 29 de Dezembro de 2017 em Sem categoria

 

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Recomeços

“Por isso recomeço sem cessar a partir da página em branco” – Sophia de Mello Breyner Andresen

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É incrível, mas já passaram 6 meses desde a última vez que escrevi aqui neste meu “cantinho”… não porque perdi interesse, não porque deixei de ter ideias, não por ter deixado de acreditar que isto é útil (para mim e eventualmente para outros)… mas simplesmente porque quando baixamos a guarda, estes nossos invisíveis inimigos – o “dia a dia”, o trabalho, o stress, as corridas do quotidiano – apoderam-se do nosso tempo.

O acto de escrever é para mim também um de reflexão. Preciso de tempo, disponibilidade mental (por vezes bem mais difícil que o tal tempo cronológico)… minutos ou horas ou dias para simplesmente contemplar, pensar, integrar e, por fim, expressar.

Estes últimos meses foram desafiantes, profissionalmente e pessoalmente. Mas acredito profundamente em recomeços, nas “bonanças que seguem a tempestade”, no crescimento pessoal que advém das dificuldades com que nos deparamos.

Por isso, depois de ir de Férias (e está quase!), fica este compromisso para comigo (e também para com os leitores) de continuar e escrever estas minhas reflexões.

Até breve!
Abraços

Diogo Guerreiro

PS: Entretanto tenho mantido alguma atividade na página de facebook do “reflexões de um psiquiatra”, que vos convido a espreitarem: https://www.facebook.com/ReflexoesDeUmPsiquiatra

 
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Publicado por em 2 de Agosto de 2017 em Reflexão geral

 

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Divulgação: Petição “Orçamento e respostas para a Saúde Mental”

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Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «URGENTE – Orçamento e respostas para a Saúde Mental» no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT83322

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação para os vossos contactos.

Obrigado.

DG 2016

 

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O mito do “Multitasking”

Vivemos dias agitados… mais do que nunca somos inundados por informação, pseudo-informação, fatos e mitos… publicidade. Mais do que em algum tempo na história do Homem, se pretende que jovens e adultos (e mesmo crianças e idosos!), acompanhem o “ritmo das coisas”. Um ritmo impossível, uma velocidade de informação, de processamento, para o qual o nosso cérebro não está preparado para acompanhar.

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Hoje em dia temos telefones que mais parecem canivetes suíços, com uma aplicação para dormir, outra para controlar o movimento, uma calculadora, o email, o browser da internet, as redes sociais, as contas bancárias, etc. etc… Um símbolo daquilo que se quer para as pessoas nesta sociedade: que se adaptem, que façam tudo, simultaneamente, sem erros e rápido… Temos nas palmas das nossas mãos computadores que são mais rápidos que aqueles que existiam na sede de grandes empresas na área da informática há 3 décadas atrás. Há alguns anos tínhamos agentes de viagem que nos marcavam viagens, vendedores em lojas de pequeno comércio que nos ajudavam a escolher produtos, funcionários dos bancos que geriam as nossas contas… Hoje é esperado que cada um faça tudo, que aprenda tudo, que saiba tudo… Até em certos restaurantes de fast food já é possível termos uma refeição sem falar com absolutamente ninguém: os sistemas “smart-whatever”. E, para além de se exigir que tudo se saiba, que tudo se faça só, parece que é alguma espécie de deficiência fazer uma coisa de cada vez.

Ir de um lado para o outro deverá ser preenchido por ver os emails, consultar as redes sociais, fechar um negócio. O jantar em família aproveitado para ver as últimas noticias. Para o “verdadeiro profissional” é absoluta a necessidade de no fim de semana, nas férias, na doença, estar sempre “contactável”… e idealmente deverá estar na praia ou na audição musical dos seus filhos a enviar emails para clientes importantes.

Mas será isto minimamente eficaz, produtivo, inteligente ou mesmo… “smart”?

Vários estudos na área das neurociências, demonstram de várias formas, que o nosso cérebro não se adapta a este esquema… Ainda bem, não somos computadores! Na realidade o nosso cérebro nunca faz multitasking… apenas fracciona a capacidade de atenção e vai mudando o foco rapidamente de uma tarefa para a outra. E quando queremos levar isto ao exagero, basicamente levamos o cérebro à exaustão… perdemos capacidade, produtividade (essa palavra tão importante do séc. XXI).

É verdade que o nosso cérebro se adapta ao ambiente, que talvez no futuro seja uma realidade que o ser humano consiga fazer “multi-tarefas”, mas este tipo de evolução leva milhares de anos, um ritmo que não se compara a qualquer das evoluções e exigências dos dias de hoje.

Em suma, uma boa forma de prevenir a exaustão, a ansiedade e o stress, é não exigir do nosso corpo (que para os mais distraídos, inclui o cérebro) mais do que aquilo para que está preparado… é que nos computadores podemos mudar o processador, conseguimos por memórias RAM nos tablets… mas connosco – seres humanos – isso não é bem assim. A nossa capacidade de atenção não funciona simultaneamente e de forma dispersa; até mesmo o gozo de completar uma tarefa não acontece da mesma maneira quando se tenta “fazer tudo ao mesmo tempo”.

Uma sugestão de leitura (não sei se há edição portuguesa de Portugal): A mente organizada – Daniel Levitin .

Um abraço e bom Fim de Semana, a aproveitar as coisas, uma de cada vez…

DG 2016

 

 

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