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Feliz 2018

Seguem os melhores desejos para esta época festiva. Para alguns esta é uma altura de festa e afetos, para outros altura difícil… mas a mudança do ano lembra-nos que tudo é possível, que tudo está nas nossas mãos. Que guardem alguns desejos de ano novo para decidirem preocupar-se convosco e com os que lhes são mais queridos, para apostar em ter uma boa saúde mental e física – ingredientes indispensáveis para a felicidade.

Continuem por aí e eu continuo por aqui.

Uma boa entrada em 2018!

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Publicado por em 29 de Dezembro de 2017 em Sem categoria

 

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Divulgação: (Re)Descobrir a Psicopatologia – I Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Psicopatologia

Serve o presente post para divulgar este evento científico que acho ser de ótima qualidade e uma oportunidade para discutir e atualizar, sobre um vasto número de temas na área da Psicopatologia. O I Encontro Nacional da Associação Portuguesa de Psicopatologia.

Nos dias 8 e 9 de Abril de 2016 irá realizar-se na Aula Magna da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa o 1º Encontro da Associação Portuguesa de Psicopatologia intitulado Re-Descobrir a Psicopatologia, que contará com a presença de um painel de palestrantes nacionais e convidados internacionais com temas subordinados ao âmbito das bases da Psicopatologia e os novos desafios que surgem para a sua reformulação.

I encontro associacao port psicopatologia.pngAqui fica o link onde poderão encontrar o programa: http://psicopatologia.pt/agenda/redescobrir

E o link para a página de facebook da Associação.

Encontramo-nos lá?

Abraços

DG 2016

 

 

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Galeria

10 de Setembro – Dia Mundial da Prevenção do Suicídio

Reflexões de um Psiquiatra

Neste dia convido-vos a assistir a esta pequena apresentação que preparei sobre o tema:

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Publicado por em 10 de Setembro de 2015 em Sem categoria

 
Ligação

Um post muito interessante, pelo Dr. Pedro Morgado, publicado no blog Obsessivamente. Uma reflexão sobre os custos da doença mental (quer falemos do tratamento, do não tratamento ou das estratégias de prevenção). Até quando será a Saúde Mental o “parente pobre” da Medicina!?

doença mental

Obsessivamente

Por estes dias, um colega de outra especialidade comentou a sua perplexidade pelo facto das estatinas (medicamentos utilizados para controlar os níveis do chamado colesterol “mau”) não terem uma comparticipação superior à dos antidepressivos. Na sua ideia, as doenças cardiovasculares representavam um custo demasiado elevado em termos sociais pelo que se deveriam ser colocadas num lugar de primazia comparativamente com outras patologias, nomeadamente, as perturbações psiquiátricas. Tenho-me apercebido que esta é uma noção que está cristalizada não apenas entre a classe médica, mas em toda a sociedade de uma forma transversal. E o que dizem afinal os números?

Desde há uns anos que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Banco Mundial encomendam à Harvard School of Business que elabore estudos acerca da evolução dos custos directos e indirectos da saúde e das doenças, com vista a estabelecer prioridades e definir programas de intervenção à escala global. Para facilitar a leitura dos dados…

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2 Comentários

Publicado por em 5 de Março de 2014 em Sem categoria

 
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2014 vamos a isso!

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Publicado por em 1 de Janeiro de 2014 em Sem categoria

 
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Mude a Sua Atitude Face à Doença Mental!

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Publicado por em 8 de Outubro de 2013 em Sem categoria

 

Vamos cá experimentar uma coisa: instrumentos financeiros e matemáticos!

thinking-outside-the-boxO vosso Psiquiatra de serviço está em modo de funcionamento “out of the box” e decidiu imaginar quão bem se aplicam alguns instrumentos financeiros e matemáticos a questões do comportamento e das emoções humanas.

Situação típica – A Sofia:

“Existe uma situação que não suporto no meu trabalho. Todos os dias acontece… O meu superior insiste em dar-me trabalho que sabe que eu gosto menos e afasta-me da minha área de preferência… trabalho no qual sou a melhor pessoa da empresa (até os meus colegas me dizem isso)! Ando tensa, nervosa, de vez em quando fico até às tantas para adormecer… Esta frustração de me porem de parte, na prateleira, corrói-me. Não sei o que fazer.”

Iremos agora aplicar uma análise SWOT para esta situação.

Atribui-se a autoria da análise SWOT a Albert Humphrey, e a data do seu “nascimento” situa-se entre os anos 60 e 70 do século passado. Trata-se de um método de planeamento estratégico, que se utiliza para avaliar um projeto ou negócio através dos 4 itens SWOT:

  • (S) – Forças (Strengths)
  • (W) – Fraquezas e Limitações (Weakness)
  • (O) – Oportunidades
  • (T) – Ameaças (Threats)

Na situação típica nº 1 procedemos então a análise SWOT:

Uma visão mais do “interior, do subjectivo e da forma de reagir da pessoa”
Forças A Sofia é a profissional mais competente para determinado trabalho.Tem o apoio dos seus colegas, que confirmam a adequação da Sofia para este trabalho mais exigente. A Sofia tem vindo a desenvolver um estilo submisso de funcionamento profissional.Dentro desta postura evita conflitos, não exige que seja promovida para o posto que deseja e para a qual tem competência.Tem grandes receios de que a possam despedir. Fraquezas
Oportunidades A Sofia poderá de facto ser uma candidata para a posição que gosta.Irão abrir novas vagas numa questão de meses. A Sofia poderá não ser selecionada por ser tão passiva e com medo de enfrentar conflitos.Existem pessoas com “factor C”, menos aptas, que estão preparados para lhe passar à frente.Receia que não sendo novamente selecionada poderá “entrar em colapso mental”. Ameaças
Uma visão mais objectiva da realidade “externa”

Através da análise desta tabela, conclui-se que nesta situação existem Forças e Oportunidades claras, a Sofia poderá ter um concurso para a vaga que deseja, é uma profissional com essa capacidade reconhecida, mesmo a nível inter-pares.

Existem também Fraquezas e Ameaças claras, que poderão minar a chegada ao objectivo. O estilo submisso, com receios em confrontar os outros, com discurso provavelmente pouco assertivo ou afirmativo, poderá levar os recrutadores a acharem que “ainda não está pronta para o lugar” ou que prefiram os colegas com “factor C” não conseguindo a Sofia valer a sua maior aptidão.

Da análise global vemos que as Forças e as Oportunidades existem e são adequadas, vemos que as ameaças são moderadamente preocupantes, mas sobretudo as Fraquezas saltam à vista como o claro foco de uma necessidade de intervenção.

A Sofia tem um problema sério, não consegue progredir na sua carreira!

Assim definimos ( por alto) um problema a “atacar”.

Vamos agora aplicar técnicas de resolução de problemas matemáticos ao caso:

O problema v2

Pois o problema da Sofia é muito claro: não consegue ser promovida para o posto em que acha ter mais capacidades e que mais gozo lhe daria. Da investigação de factos verificamos que este problema tem que  ver com a sua postura passiva, receio de conflitos e de depreciação pessoal. Podemos especular que a Sofia originou este sistema de estar na empresa actual, após uma situação em que entrou em conflito com um chefe da sua antiga empresa, tendo sido despedida (acha ela) por isso mesmo. Todo este medo e receio de conflitos levou-a adoptar uma postura passiva e a perturbar a sua auto-imagem. Quando tentamos dividir o problema até às suas mais ínfimas secções, focamo-nos no problema inicial “não consegue ser promovida”, mas noutros que surgiram “não consegue falar de forma assertiva com os seus superiores”, “apresenta um receio excessivo de defender as suas posições devido ao medo excessivo de voltar a ser despedida”, “apresenta um elevado mau estar com esta situação actual, até pode “entrar em colapso mental”. Pensando em soluções poderá chegar-se à conclusão que a Sofia precisa de melhorar a forma como se vê a si, como comunica com os outros e sobretudo, a assertividade. A maneira como vai implementar a solução pode ser variada, poderá por exemplo apoiar-se nos colegas para falar com o chefe, poderá tentar fazer algumas actividades que aumentem a confiança em si mesmo antes de falar com o chefe (por exemplo: inscrever-se num desporto de luta), poderá começar a consultar um terapêuta que a ajuda no controlo do stress e da melhoria da comunicação com assertividade. Enfim… muitas linhas de solução podem surgir.

Resta avaliar (depois de feitas). Isto deu resultado? As coisas melhoraram ou pioraram… ou ainda, estão na mesma? Conseguiu resolver o problema inicial (“não consegue ser promovida para o posto em que acha ter mais capacidades e que mais gozo lhe daria”)?

Se sim óptimo, se não algo falhou. Deve voltar a fazer todos os passos da resolução de problemas.

(Acaba aqui o caso da Sofia, a que desejamos claro Boa Sorte e Obrigado por participar neste programa!)

Como vemos podemos aplicar vários “métodos alternativos” (não o são assim tanto) na análise e no tratamento de pacientes com dificuldades comportamentais ou emocionais. A flexibilidade no processo de apoio a pessoas com doença mental é algo de valor tremendo… Por vezes ao falar com os pacientes nas linguagens em que estão habituados (nem sempre é possível infelizmente) conseguem-se mudanças e avanços extraordinários!

Aqui fica o meu “out of the box” nocturno!

Abraços a todos

DG 2013

 
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Publicado por em 17 de Setembro de 2013 em Sem categoria

 
 
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